quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Um dia de chuva, duas canções

Há músicas que ligam tão bem com a chuva... E se não estiver a chover, podem fazer de conta clicando aqui :)



domingo, 14 de fevereiro de 2016

Hard Rock

Saudades de um passeio por Lisboa, com algum tempo livre disponível. Por agora foi só um cheirinho...

Hard Rock Lisbon

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Guia

Farol da Guia

404 - readers not found

Just a thought.

Wanderers

Uma curta de Erik Wernquist com recriações digitais de locais no nosso Sistema Solar, a partir de fotos originais. Uma visão de um futuro possível... enriquecida com as palavras de Carl Sagan. Uma pérola.


Wanderers - a short film by Erik Wernquist from Erik Wernquist on Vimeo.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

A rodar

I'm the king of my own land.
Facing tempests of dust, I´ll fight until the end.
Creatures of my dreams raise up and dance with me!
Now and forever, I'm your king!

In the arms of M83

A uns meros quinze milhões de anos-luz, para os lados da Constelação Hydra.
Chega-se lá num pulinho.















NASA, ESA, and the Hubble Heritage Team (STScI/AURA) Acknowledgement: William Blair (Johns Hopkins University) -http://www.spacetelescope.org/images/heic1403a/

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Massive & Tricky

De regresso, uma das minhas bandas favoritas...

O Raio Verde

Foi no dia em que tirei esta foto que vi pela primeira vez o famoso raio verde. Se não sabem o que é, ele aparece no topo da circunferência alaranjada do Sol, nos últimos instantes do ocaso, e dura apenas um breve instante. Observar o raio verde é mais provável ao ver o Sol pôr-se no mar e também na altura do Inverno, quando o Sol anda mais baixo no horizonte. No meu caso vi-o através da máquina fotográfica, numa altura logo a seguir a tirar esta foto... mas quando premi novamente o botão do disparo, já tinha desaparecido!
 
Last Rays of Sun

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Breaking Bad

Tenho amigos que conhecem os meus gostos ao ponto de saberem exactamente o que me vai agradar. Já há muito tempo que esses amigos me recomendaram a série de tv cujo nome dá título a este post. Na altura da estreia lembro-me de andar a fazer milhentas coisas e de ter perdido os primeiros episódios. E depois a coisa arrastou-se, está claro. Como sempre acontece nestes casos, não gosto de apanhar uma coisa boa a meio, gosto de saborear desde o início. E assim sendo, embora nunca me tenha esquecido, ficou adiada a visualização para uma outra altura.
















Eis que chega a Portugal o maravilhoso advento do netflix, e com ele a oportunidade de ver Breaking Bad, do início até ao fim. E é isto que está a suceder, em modo binge. Dou comigo muitas vezes a gargalhar com o humor maravilhosamente negro da série.

Para quem não sabe, posso resumir o enredo: Walter White é um professor de Química no Liceu local. Sobrequalificado para a tarefa, leva a sua vida de forma discreta e rotineira. Tem um filho adolescente com paralisia cerebral e uma mulher grávida de uma gravidez não planeada. É nesta altura da vida que lhe é diagnosticado um cancro do pulmão terminal. Sem dinheiro para pagar os tratamentos, e na perspectiva de deixar a família a passar dificuldades, Walter acaba por se associar a um ex-aluno e começa a usar os seus talentos na produção de metanfetaminas. Daqui para a frente, Walter aprende e transforma-se. Temos a sensação de que finalmente começa a viver e de que descobre uma verdadeira vocação no crime.

Pois é: o rei das metanfetaminas é um professor de Química, perito em cristalografia, capaz de produzir metanfetaminas com uma pureza nunca antes vista, meticulosamente, num laboratório com todos os matadores localizado numa autocaravana; a sua técnica é perfeita e no mundo do crime responde pelo nome de Heisenberg.

Breaking Bad: 9.5/10 na imdb. Não sou só eu que acho que é uma série fantástica.

domingo, 24 de janeiro de 2016

Nikki regressa

Nikki vagueava absorta pelo espaço, aos comandos da Golden Eagle (II). Tinham sido mais umas 24 horas atribuladas, nas quais tinha conseguido pôr vários assuntos em ordem. Agora só precisava de encontrar um sítio no qual pudesse colocar todos os sistemas da nave em modo de poupança de energia e apreciar a paisagem. E acontece que encontrou o local perfeito. Ali estava ele, mergulhado num profundo azul.

Space Fantasy

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Tanta coisa para dizer...

...e tão pouco tempo.
Ultimamente tenho feito mais algumas descobertas de sites de cinema interessantes. Este é um deles. Notícias de cinema, sempre fresquinhas. Pseudo-Intelectuais podem tirar o cavalinho da chuva  e escusam de seguir o link. É só para geeks. :)

2012 promete muitas coisas boas nesta área. Um dos filmes que aguardo com mais antecipação é o novo de Ridley Scott: Prometheus. Yayayayayay! Aqui fica o trailer:


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Is there life on Mars?

Há poucas coisas melhores do que conduzir à noite enquanto se ouve boa música. É provável que eu esteja a repetir-me, mas estou a dizer a pura das verdades. Há pouco, vinha a conduzir e a ouvir rádio, quando ouço isto a sair das ondas hertzianas:



Fiquei a pensar no significado desta canção. Embora tenha a certeza de que este assunto já deve ter sido deveras discutido, o que é facto é que eu nunca tinha pensado nele antes. Uma rapariga aborrecida, a viver dentro de filmes aborrecidos, que ela já viu mais de não sei quantas vezes, mas que, hélas, não consegue descolar do ecrã. Hmmm... Knock, knock, Neo. Follow the white rabbit.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

The girl with the dragon tattoo

Ou, em português: Millennium 1 - Os Homens que Odeiam as Mulheres, foi o último filme que fui ver ao cinema. Infelizmente, já fazia algum tempo que não punha os pés numa sala de cinema. Os tempos não estão fáceis e há que cortar em todas as despesas. Já lá vai o tempo em que não falhava uma estreia que considerasse interessante e em que ia ao cinema pelo menos uma vez por semana.

Não queria perder este filme nas salas de cinema, por várias razões. Embora ainda não tenha lido os livros de Stieg Larsson (tenho-os aqui em casa, emprestados pelo meu irmão e religiosamente guardados numa estante...), confiava plenamente na opinião dele quando me dizia que valia mesmo a pena lê-los. E há-de chegar a altura, em dias menos cheios de trabalho. Também não vi a primeira adaptação desta história ao cinema. Podem agredir-me, portanto. Estejam à vontade. Mas quando se trata de uma adaptação dirigida por David Fincher, podem crer que não ia mesmo deixar de ver. Havia mais um pormenor adicional que me agradava particularmente - a banda sonora - da autoria de Trent Reznor e Atticus Ross, fazia prometer um ambiente mais do que adequado ao filme.

O que é que achei? Adorei. Podem dizer que foi por não ter lido os livros, ou por não ter visto o filme de Niels Oplev. Talvez possa ser o caso, mas que interessa isso? O filme está muito bem filmado, a fotografia é impressionante (Oscar, anyone?) e a música encaixa que nem ginjas no meio daquele ambiente gélido, escuro e misterioso. Os créditos iniciais deixaram-me a pele toda arrepiada. Brilhantes. Adorei ver um dos "colaboradores" de Lisbeth com uma t-shirt dos Nine Inch Nails. E a música de Enya - Orinoco Flow (Sail Away), nunca mais me soará da mesma maneira. Ainda bem que nunca gostei muito dela. Será que no livro ela é referida no mesmo contexto? Hmmmm...


Recomendo vivamente.


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Pensamento do dia

Se queres caçar veados, então torna-te um deles e vive na floresta.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Rakim e o casaco de pele de leopardo

Era bom poder usar a rede social como um blogue, ou vice-versa. E daí talvez não. A verdade é que ultimamente ando baralhada acerca de uma série de coisas, portanto não liguem. Mas por exemplo: hoje acordei com a minha cabeça cheia de música - era Rakim, dos Dead Can Dance, que soava em modo de alto volume no interior do meu cérebro. Quando liguei o computador, fui logo procurar o vídeo no youtube. Depois pensei: vou pôr isto no facebook. E depois: talvez possa escrever uma publicação no blogger. E depois: mas não me apetece escrever muito, portanto é melhor o facebook. E por aqui fiquei, por momentos. Publiquei o vídeo no facebook. E depois resolvi também escrever um post no blogger. É só para verem as encruzilhadas difíceis com as quais me confronto diariamente. Já para não dizer que no meu sonho vestia um casaco de pele de leopardo e estava extremamente divertida por ter conseguido levar alguém aos píncaros da fúria (não me perguntem como, que eu não digo). O que tem tudo isto a ver com Dead Can Dance? Aparentemente, absolutamente nada.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Será?

Após quase um ano de ausência desde a última publicação... Será que alguém ainda lê isto? É a pergunta que vos deixo, qual grito ecoando no ciberespaço. Mas para que a tradição continue a ser o que era, não podia faltar a música.

Quizás, quizás, quizás...

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Não precisavam de ouvir esta

Muitas vezes penso que tenho um defeito: por ser normalmente uma pessoa objectiva, poupo palavras que me parecem óbvias. Não discurso muito sobre os temas que me apaixonam: uma linha ou outra, uma imagem... fantástico! Não é óbvio?

Tenho a sorte de haver pessoas que me compreendem, mesmo usando parcas letras e debitando mais música. Outras, não compreenderão. Não lhes dá para ali, não lhes interessa e portanto não exploram além do que vêem. Não sabem o que perdem.

Navegar na internet é ter o mundo à beira das nossas mãos, à distância de um clique no rato. De link em link, lê-se mais, aprende-se mais, ouve-se mais. Um comentário aqui outro ali, uma resposta obtida acolá, novos amigos feitos, novas visões partilhadas.

As minhas publicações não são teses de doutoramento, são dicas para quem quiser saber mais. Cliquem, e deixem-se ir - saiam das fronteiras da rede nacional - ousem explorar o desconhecido. A rede é assim e é para ser usada. Vão conhecer o ciber-mundo, pá.