Há músicas que ligam tão bem com a chuva... E se não estiver a chover, podem fazer de conta clicando aqui :)
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
A rodar
I'm the king of my own land.
Facing tempests of dust, I´ll fight until the end.
Creatures of my dreams raise up and dance with me!
Now and forever, I'm your king!
Facing tempests of dust, I´ll fight until the end.
Creatures of my dreams raise up and dance with me!
Now and forever, I'm your king!
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Massive & Tricky
De regresso, uma das minhas bandas favoritas...
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Come crawling faster, obey your master
Estados de espírito. Cuidado, estou a avisar.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Is there life on Mars?
Há poucas coisas melhores do que conduzir à noite enquanto se ouve boa música. É provável que eu esteja a repetir-me, mas estou a dizer a pura das verdades. Há pouco, vinha a conduzir e a ouvir rádio, quando ouço isto a sair das ondas hertzianas:
Fiquei a pensar no significado desta canção. Embora tenha a certeza de que este assunto já deve ter sido deveras discutido, o que é facto é que eu nunca tinha pensado nele antes. Uma rapariga aborrecida, a viver dentro de filmes aborrecidos, que ela já viu mais de não sei quantas vezes, mas que, hélas, não consegue descolar do ecrã. Hmmm... Knock, knock, Neo. Follow the white rabbit.
Fiquei a pensar no significado desta canção. Embora tenha a certeza de que este assunto já deve ter sido deveras discutido, o que é facto é que eu nunca tinha pensado nele antes. Uma rapariga aborrecida, a viver dentro de filmes aborrecidos, que ela já viu mais de não sei quantas vezes, mas que, hélas, não consegue descolar do ecrã. Hmmm... Knock, knock, Neo. Follow the white rabbit.
sábado, 28 de janeiro de 2012
Rakim e o casaco de pele de leopardo
Era bom poder usar a rede social como um blogue, ou vice-versa. E daí talvez não. A verdade é que ultimamente ando baralhada acerca de uma série de coisas, portanto não liguem. Mas por exemplo: hoje acordei com a minha cabeça cheia de música - era Rakim, dos Dead Can Dance, que soava em modo de alto volume no interior do meu cérebro. Quando liguei o computador, fui logo procurar o vídeo no youtube. Depois pensei: vou pôr isto no facebook. E depois: talvez possa escrever uma publicação no blogger. E depois: mas não me apetece escrever muito, portanto é melhor o facebook. E por aqui fiquei, por momentos. Publiquei o vídeo no facebook. E depois resolvi também escrever um post no blogger. É só para verem as encruzilhadas difíceis com as quais me confronto diariamente. Já para não dizer que no meu sonho vestia um casaco de pele de leopardo e estava extremamente divertida por ter conseguido levar alguém aos píncaros da fúria (não me perguntem como, que eu não digo). O que tem tudo isto a ver com Dead Can Dance? Aparentemente, absolutamente nada.
domingo, 30 de janeiro de 2011
Closer and closer...
Duas músicas com o mesmo título, diferentes bandas, diferentes letras, diferentes ambientes. Duas faixas que eu adoro. Ambas poderosas.
A primeira é da autoria dos Kings of Leon. Ao que parece, fala de um vampiro...
Driven by the strangle of vein
Showing no mercy I'd do it again
Open up your eyes
You keep on crying
Baby I'll bleed you dry
Skies are blinking at me
I see a storm bubbling up from the sea
A segunda é dos Nine Inch Nails. Fala, obviamente, de sexo:
I wanna fuck you like an animal
I wanna feel you from the inside
I wanna fuck you like an animal
My whole existence is flawed
A primeira é da autoria dos Kings of Leon. Ao que parece, fala de um vampiro...
Driven by the strangle of vein
Showing no mercy I'd do it again
Open up your eyes
You keep on crying
Baby I'll bleed you dry
Skies are blinking at me
I see a storm bubbling up from the sea
A segunda é dos Nine Inch Nails. Fala, obviamente, de sexo:
I wanna fuck you like an animal
I wanna feel you from the inside
I wanna fuck you like an animal
My whole existence is flawed
E pronto, cá vai post. Ainda bem que impedi que o meu blogue pudesse ser encontrado através do google, porque com dois "fuck" (agora três) no mesmo post, havia de cá ter uma bela clientela.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Puscifer
Adoro descobrir coisas novas... especialmente aquelas pelas quais tenho uma queda imediata e viciante. Puscifer é um projecto de Maynard James Keenan que eu não conhecia de todo. É todo um mundo novo por explorar. Mais uma descoberta feita através dos meus amigos facebookianos. Hallelujah!
Momma Sed
wake up son o' mine
momma got somethin' to tell you
changes come
life will have its way
with your pride, son
take it like a man
hang on son o' mine
a storm is blowin' up your horizon
changes come
keep your dignity
take the high road
take it like a man
listen up son o' mine
momma got something to tell you
all about growin' pains
life will pound away
where the light don't shine, son
take it like a man
suck it up son o' mine
thunder blowin' up your horizon
changes come (changes come)
keep your dignity (keep your dignity)
take the high road (take the high road)
take it like a man (take it like a man)
momma said like the rain
(this too shall pass)
like a kidney stone
(this too shall pass)
it's just a broken heart, son
this pain will pass away
Momma Sed
wake up son o' mine
momma got somethin' to tell you
changes come
life will have its way
with your pride, son
take it like a man
hang on son o' mine
a storm is blowin' up your horizon
changes come
keep your dignity
take the high road
take it like a man
listen up son o' mine
momma got something to tell you
all about growin' pains
life will pound away
where the light don't shine, son
take it like a man
suck it up son o' mine
thunder blowin' up your horizon
changes come (changes come)
keep your dignity (keep your dignity)
take the high road (take the high road)
take it like a man (take it like a man)
momma said like the rain
(this too shall pass)
like a kidney stone
(this too shall pass)
it's just a broken heart, son
this pain will pass away
sábado, 15 de janeiro de 2011
Lullaby
On candystripe legs the spiderman comes
Softly through the shadow of the evening sun
Stealing past the windows of the blissfully dead
Looking for the victim shivering in bed
Searching out fear in the gathering gloom and
Suddenly!
A movement in the corner of the room!
And there is nothing I can do
When I realise with fright
That the spiderman is having me for dinner tonight!
Quietly he laughs and shaking his head
Creeps closer now
Closer to the foot of the bed
And softer than shadow and quicker than flies
His arms are all around me and his tongue in my eyes
"Be still be calm be quiet now my precious boy
Don't struggle like that or I will only love you more
For it's much too late to get away or turn on the light
The spiderman is having you for dinner tonight"
And I feel like I'm being eaten
By a thousand million shivering furry holes
And I know that in the morning I will wake up
In the shivering cold
And the spiderman is always hungry...
Softly through the shadow of the evening sun
Stealing past the windows of the blissfully dead
Looking for the victim shivering in bed
Searching out fear in the gathering gloom and
Suddenly!
A movement in the corner of the room!
And there is nothing I can do
When I realise with fright
That the spiderman is having me for dinner tonight!
Quietly he laughs and shaking his head
Creeps closer now
Closer to the foot of the bed
And softer than shadow and quicker than flies
His arms are all around me and his tongue in my eyes
"Be still be calm be quiet now my precious boy
Don't struggle like that or I will only love you more
For it's much too late to get away or turn on the light
The spiderman is having you for dinner tonight"
And I feel like I'm being eaten
By a thousand million shivering furry holes
And I know that in the morning I will wake up
In the shivering cold
And the spiderman is always hungry...
A life less lived
Apesar de ser avessa a compilações - sempre achei que apreciar a obra de um qualquer artista numa compilação não fazia grande sentido, uma vez que se perde a essência da sua evolução, das fases pelas quais passou ou da época que se atravessava à altura da publicação de um dado álbum - não resisti à compra desta.
Intitulada A Life Less Lived - The Gothic Box, esta compilação junta bandas diferentes da onda musical mais obscura da década de 80. Não consigo chamar góticas a todas as bandas que aqui figuram. Aliás, a própria produtora da compilação lança esse aviso numa nota introdutória: associar um dado género a uma dada banda é sempre discutível. No entanto, posso garantir que na compilação se encontrará um ambiente musical belo, escuro, obssessivo e dramático, acompanhado de letras isentas de banalidades, escritas por gente que não se preocupava minimamente com o que era vendável, mas sim com transmitir com a sua arte aquilo que os marcava e que os interessava.
A compilação consiste de três CD, um DVD e um livro e tem uma apresentação irrepreensível.
Prontinho, agora vou-me embora e vou pôr-me a ouvir qualquer coisa, enquanto folheio um livro. A seguir, se calhar, vou ver um videoclip... Até um dia destes.
Intitulada A Life Less Lived - The Gothic Box, esta compilação junta bandas diferentes da onda musical mais obscura da década de 80. Não consigo chamar góticas a todas as bandas que aqui figuram. Aliás, a própria produtora da compilação lança esse aviso numa nota introdutória: associar um dado género a uma dada banda é sempre discutível. No entanto, posso garantir que na compilação se encontrará um ambiente musical belo, escuro, obssessivo e dramático, acompanhado de letras isentas de banalidades, escritas por gente que não se preocupava minimamente com o que era vendável, mas sim com transmitir com a sua arte aquilo que os marcava e que os interessava.
A compilação consiste de três CD, um DVD e um livro e tem uma apresentação irrepreensível.
Prontinho, agora vou-me embora e vou pôr-me a ouvir qualquer coisa, enquanto folheio um livro. A seguir, se calhar, vou ver um videoclip... Até um dia destes.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Ch-ch-ch-ch-changes!
I watch the ripples change their size
But never leave the stream
Of warm impermanence and
So the days float through my eyes
But still the days seem the same
PS: O novo editor de modelos do blogger é bastante bom. Acho que vou passar a mudar de "cara" todas as semanas. Até posso não escrever nada, mas ao menos sempre ofereço a quem aqui aparecer uma leve sensação de inovação...
But never leave the stream
Of warm impermanence and
So the days float through my eyes
But still the days seem the same
PS: O novo editor de modelos do blogger é bastante bom. Acho que vou passar a mudar de "cara" todas as semanas. Até posso não escrever nada, mas ao menos sempre ofereço a quem aqui aparecer uma leve sensação de inovação...
domingo, 21 de novembro de 2010
It Might Get Loud
Vi recentemente um óptimo documentário da autoria de Davis Guggenheim, com o nome do título deste post: It Might Get Loud. São 98 minutos de puro deleite para os apreciadores da guitarra eléctrica e dos três guitarristas que o protagonizam: Jack White, The Edge e Jimmy Page.
É muito, muito interessante ouvir as histórias destes três guitarristas com diferentes abordagens da guitarra eléctrica, perceber como evoluíram, o que foi fundamental para que cada um definisse o seu percurso e o seu "som" e perceber como se apreciam mutuamente. Estes homens foram, cada um à sua maneira, autênticos pioneiros.
Jack White ainda é muito novo e terá ainda muito para dar, mas é visto por muitos como um dos melhores guitarristas da actualidade. The Edge já dispensa apresentações. Começou a tocar como um auto-didacta, foi aprendendo, evoluindo e desafio quem quer que seja a dizer-me que ele não é fundamental para o som dos U2. Sem ele, a banda nunca teria o sucesso que tem: toda a gente sabe como soa uma guitarra "à The Edge". Quanto a Jimmy Page, caramba, o homem é uma autêntica lenda do Rock n' Roll. Não deve haver guitarrista no mundo que não o respeite. Uma coisa que estes três homens têm em comum: discos e mais discos (que inveja daquela sala de Jimmy Page, toda forrada de estantes cheias de discos de vinil!), audições e mais audições de todo o tipo de música, trabalho e mais trabalho, que para qualquer deles é ao mesmo tempo um autêntico prazer. Nota-se bem como cada um deles adora aquilo que faz.
Se gostam de música não percam este documentário.
Trailer aqui.
E uns vídeos que ilustram a mestria de cada um destes senhores, para informar os mais distraídos:
Jack White (White Stripes):
The Edge (U2)
Jimmy Page (Led Zeppelin)
É muito, muito interessante ouvir as histórias destes três guitarristas com diferentes abordagens da guitarra eléctrica, perceber como evoluíram, o que foi fundamental para que cada um definisse o seu percurso e o seu "som" e perceber como se apreciam mutuamente. Estes homens foram, cada um à sua maneira, autênticos pioneiros.
Jack White ainda é muito novo e terá ainda muito para dar, mas é visto por muitos como um dos melhores guitarristas da actualidade. The Edge já dispensa apresentações. Começou a tocar como um auto-didacta, foi aprendendo, evoluindo e desafio quem quer que seja a dizer-me que ele não é fundamental para o som dos U2. Sem ele, a banda nunca teria o sucesso que tem: toda a gente sabe como soa uma guitarra "à The Edge". Quanto a Jimmy Page, caramba, o homem é uma autêntica lenda do Rock n' Roll. Não deve haver guitarrista no mundo que não o respeite. Uma coisa que estes três homens têm em comum: discos e mais discos (que inveja daquela sala de Jimmy Page, toda forrada de estantes cheias de discos de vinil!), audições e mais audições de todo o tipo de música, trabalho e mais trabalho, que para qualquer deles é ao mesmo tempo um autêntico prazer. Nota-se bem como cada um deles adora aquilo que faz.
Se gostam de música não percam este documentário.
Trailer aqui.
E uns vídeos que ilustram a mestria de cada um destes senhores, para informar os mais distraídos:
Jack White (White Stripes):
The Edge (U2)
Jimmy Page (Led Zeppelin)
terça-feira, 5 de outubro de 2010
The Rain Song
Alguém se atreverá a duvidar de que esta é uma das canções mais bonitas que já foi escrita?
It is the springtime of my loving
The second season I am to know
You are the sunlight in my growing
So little warmth I've felt before
It isn't hard to feel me glowing
I watched the fire that grew so low
It is the summer of my smiles
Flee from me Keepers of the Gloom
Speak to me only with your eyes
It is to you I give this tune
It isn't hard to recognize
These things are clear to all from time to time
I've felt the coldness of my winter
I never thought it would ever go
I cursed the gloom that set upon us
But I know that I love you so
These are the seasons of emotion
And like the winds they rise and fall
This is the wonder of devotion
I see the torch we all must hold
This is the mystery of the quotient
Upon us all a little rain must fall
Just a little rain
It is the springtime of my loving
The second season I am to know
You are the sunlight in my growing
So little warmth I've felt before
It isn't hard to feel me glowing
I watched the fire that grew so low
It is the summer of my smiles
Flee from me Keepers of the Gloom
Speak to me only with your eyes
It is to you I give this tune
It isn't hard to recognize
These things are clear to all from time to time
I've felt the coldness of my winter
I never thought it would ever go
I cursed the gloom that set upon us
But I know that I love you so
These are the seasons of emotion
And like the winds they rise and fall
This is the wonder of devotion
I see the torch we all must hold
This is the mystery of the quotient
Upon us all a little rain must fall
Just a little rain
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
O post que faltava: U2 em Coimbra 02 Out 2010
Uma noite linda em Coimbra, um estádio esgotadíssimo, e os 4 magníficos: Bono, Edge, Adam e Larry. Que mais se pode pedir da vida? Ah, esperem, há mais: os U2 entraram no estádio mesmo ao meu lado, é verdade (!) também aconteceu isso. Enquanto se ouviam os acordes de Space Oddity e a voz do camaleão Bowie, os senhores dirigiram-se ao palco e logo a seguir começou um show de arromba, que ia dando cabo do meu pequeno coração logo à terceira música. Eu sabia que o alinhamento desta tour era mais ou menos semelhante em todos os locais e que havia músicas que eram, vá lá, obrigatórias. Mas não estava à espera, confesso, de ouvir, logo à terceira, uma das minhas favoritas, que não fazia parte da sequência obrigatória: quando a guitarra do Edge atira ao ar os primeiros acordes de I Will Follow, ia-me dando uma coisinha, e das boas!
O palco desta tour é uma autêntica obra de arte, não só ao nível do design, como ao nível do trabalho de engenharia, som e luz. É mais um elemento do espectáculo, que já seria lindo se eles apenas estivessem a tocar em cima de uma prancha de madeira: mesmo que assim tivesse sido, garanto-vos que já estaria satisfeita.
O meu pequeno senão (pormenor, pormenor...): uma ligeira reverberação - penso que o Estádio Cidade de Coimbra foi pequeno demais para aquele palco épico... porque não o Estádio da Luz? Olhem que enchia, senhores... Até podiam não pôr ninguém nas zonas mais elevadas das bancadas, se o problema fosse altura a mais (seria?)... E atenção que eu não estou a puxar a brasa à minha sardinha, acho mesmo que o local do concerto devia ter sido maior - e o maior possível em Portugal é mesmo aquele que todos nós sabemos.
É muito difícil destacar momentos altos num espectáculo dos U2. Afinal de contas, conheço e tenho toda a discografia e portanto conhecia tudo o que eles tocaram, à excepção das músicas do álbum que ainda não saiu - North Star e Mercy. O novo álbum também promete.
Destaques:
+++++ Histeria: I Will Follow, Elevation, Vertigo, Sunday Bloody Sunday.
+++++ Emoção: Magnificent, I Still Haven't Found What I'm Looking For, In a Little While, MLK, One, With Or Without You.
+++++ Momentos muito muito bons: tudo o resto :))
Destaque para as 5 músicas nos encores (5!) e para o fato e microfone luminoso que o Bono utilizou em Hold Me, Kill Me, Kiss Me, Thrill Me: o má-xi-mo!
Quanto a tudo o resto... bolas, comprem o DVD... e mesmo assim não ficarão com a ideia do que aquilo foi.
P.S. 1 - Ah, é verdade! Estão a ver a foto? Fui eu que tirei :)
P.S. 2 - Alinhamento:
Return of the Stingray Guitar
Beautiful Day
I Will Follow
Get On Your Boots
Magnificent
Mysterious Ways
Elevation
Until The End Of The World
I Still Haven't Found What I'm Looking For
North Star (An Acoustic Version)
Mercy
In A Little While
Miss Sarajevo
City Of Blinding Lights
Vertigo
I'll Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight (Remix)
Sunday Bloody Sunday
MLK
Walk On
Encore
One
Where The Streets Have No Name
Encore 2
Hold Me, Thrill Me, Kiss Me, Kill Me
With Or Without You
Moment Of Surrender
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Creep by Scala & Kolackny Brothers
Espectacular cover da música dos Radiohead, não podia deixar de pôr aqui a versão integral. Não conhecia este coro e há mais, muito mais para ouvir.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Contra todas as probabilidades
...ou Against All Odds, ou ainda Vidas Em Jogo (título em português - penso eu), é um filme dos idos de 1984, realizado por Taylor Hackford que, por incrível que pareça, eu nunca tinha visto. A verdade é que não perdi grande coisa, pois o filme é uma chachada do pior, em que as únicas coisas que se safam são o Jeff Bridges e o seu Porsche. Quando digo que o Jeff Bridges se safa, estou a dizê-lo exactamente no mesmo sentido em que digo que o Porsche se safa, ou seja, ambos são tremendamente apelativos à vista. Na realidade, não me parece que a interpretação do Jeff seja grande coisa (yuck!), mas também admito que não terá sido fácil representar aquela pessegada.
Ora bem, porque é que me lembrei de ver o filme? - poderão perguntar. A resposta é simples, estava com insónias e calhou ouvir a música de Phil Collins que faz parte da banda sonora e que tem o mesmo título do filme. Phil Collins é outro canastrão, mas desta feita, da música pop. Ou como alguém diz num comentário ao vídeo no youtube, é uma espécie de Chuck Norris da música. Só isso merece que conheçamos alguma coisa do homem, esta é a verdade nua e crua. E de facto esta balada já é um épico da história da música. Ouçamos, irmãos.
sábado, 18 de setembro de 2010
Music Listography 1 - Leaving Earth
Comprei há algum tempo um caderno chamado "music listography", que nos desafia a fazer listas e listas de música de acordo com uma determinada instrução. O caderno tem tão bom aspecto que só o facto de o folhear me dá prazer. De facto, já há algum tempo que o folheio, sem sequer pensar muito nas ditas listas mas hoje decidi começar a pensar nelas.
A primeira que me chama a atenção reza o seguinte: "List the twenty albums you'd bring if you were leaving planet Earth on a spaceship".
Bolas, isto é muito, muito difícil... suponho que teria que levar uma discografia variada, não fosse ter saudades de alguma coisa... hummmmm... pensando...os primeiros 5 que me vêm logo à cabeça são estes:
U2 - The Unforgettable Fire (1984)
The Prodigy - The Fat Of The Land (1997)
R.E.M. - Automatic For The People (1992)
Massive Attack - Mezzanine (1998)
Metallica - Metallica aka The Black Album (1991)
E por agora adeusinho, que hei-de um dia destes pensar melhor no resto.
A primeira que me chama a atenção reza o seguinte: "List the twenty albums you'd bring if you were leaving planet Earth on a spaceship".
Bolas, isto é muito, muito difícil... suponho que teria que levar uma discografia variada, não fosse ter saudades de alguma coisa... hummmmm... pensando...os primeiros 5 que me vêm logo à cabeça são estes:
U2 - The Unforgettable Fire (1984)
The Prodigy - The Fat Of The Land (1997)
R.E.M. - Automatic For The People (1992)
Massive Attack - Mezzanine (1998)
Metallica - Metallica aka The Black Album (1991)
E por agora adeusinho, que hei-de um dia destes pensar melhor no resto.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Crystalized
Uma das minhas descobertas mais recentes: The xx - adoro o som, simples e bonito.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
A alternativa
Vem este post a propósito de uma passagem pelo blogue profissão: leitor. Admiro quem, por estes dias, continua a devorar livros avidamente e a pensar sobre eles. Por uma questão de feitio, de interesses e de opções de vida, penso que jamais seria capaz de fazer o mesmo. Não é à toa que este blogue se chama letras... mas com música. Se alguma vez tivesse um blogue chamado profissão: qualquer-coisa, seria sem dúvida o profissão: ouvinte.
Considero-me uma ouvinte ecléctica, como já disse num qualquer post passado que agora não me apetece procurar, mas sem dúvida que a minha música de eleição é a alternativa. Apesar de não gostar de rótulos, tenho que admitir que quem classifica as bandas musicais por género (embora tantas vezes em discordância uns com os outros, ou caindo no exagero de criar novos subgéneros a cada novo "som") acaba muitas vezes por acertar na mouche no sentido em que se-você-gosta-disto, então você-também-é-capaz-de-gostar-daquilo.
A música alternativa (ou rock alternativo) emergiu nos anos 80, teve as suas raízes no punk e caracterizou-se por estar associada a editoras independentes. Esta música fazia o seu circuito a partir da divulgação por rádios de pequena dimensão e passagem de testemunho boca-a-boca. Rejeitava o comercialismo e o mainstream e era um grito de rebeldia que dava voz ao rock puro e duro, cortando completamente com a onda do flower-power. As bandas actuavam frequentemente em bares underground. Era uma música de elite e de culto.
Sempre foi para mim um prazer descobrir nova música através do boca-a-boca. Em círculos restritos de amigos, ouvia falar sobre música, discutia música e descobria novas sonoridades e novas ideias.
É claro que foi impossível que algumas destas bandas alternativas não fossem notadas pelas grandes editoras e não viessem a ganhar enorme popularidade. Agora o truque era ser popular mas sem ceder ao comercial, ao mainstream; manter a identidade nem sempre é fácil, mas muitos conseguiram-no e continuaram a deslumbrar.
Hoje em dia, as bandas classificadas como alternativas não estão necessariamente longe do sucesso financeiro e algumas até são extremamente populares, mas têm a característica comum de serem inovadoras e não seguirem a via mais fácil. A atitude e a rebeldia continuam a estar presentes, sendo manifestadas de uma forma ou de outra.
De há alguns anos para cá que me afastei, por circunstâncias da vida, das pessoas com quem compartilhava os mesmos gostos musicais. Tornei-me numa descobridora solitária de novas sonoridades e o boca-a-boca passou a funcionar de modo virtual, nas malhas da world wide web. Conheço poucas pessoas que façam o mesmo, embora tenha a certeza que há muitas. Outro tesouro que desenterrei no facebook, por via dos jogos sociais, foram pessoas que não conhecia de todo e que descobri terem feito "percursos musicais" semelhantes ao meu. Abençoada rede.
Considero-me uma ouvinte ecléctica, como já disse num qualquer post passado que agora não me apetece procurar, mas sem dúvida que a minha música de eleição é a alternativa. Apesar de não gostar de rótulos, tenho que admitir que quem classifica as bandas musicais por género (embora tantas vezes em discordância uns com os outros, ou caindo no exagero de criar novos subgéneros a cada novo "som") acaba muitas vezes por acertar na mouche no sentido em que se-você-gosta-disto, então você-também-é-capaz-de-gostar-daquilo.
A música alternativa (ou rock alternativo) emergiu nos anos 80, teve as suas raízes no punk e caracterizou-se por estar associada a editoras independentes. Esta música fazia o seu circuito a partir da divulgação por rádios de pequena dimensão e passagem de testemunho boca-a-boca. Rejeitava o comercialismo e o mainstream e era um grito de rebeldia que dava voz ao rock puro e duro, cortando completamente com a onda do flower-power. As bandas actuavam frequentemente em bares underground. Era uma música de elite e de culto.
Sempre foi para mim um prazer descobrir nova música através do boca-a-boca. Em círculos restritos de amigos, ouvia falar sobre música, discutia música e descobria novas sonoridades e novas ideias.
É claro que foi impossível que algumas destas bandas alternativas não fossem notadas pelas grandes editoras e não viessem a ganhar enorme popularidade. Agora o truque era ser popular mas sem ceder ao comercial, ao mainstream; manter a identidade nem sempre é fácil, mas muitos conseguiram-no e continuaram a deslumbrar.
Hoje em dia, as bandas classificadas como alternativas não estão necessariamente longe do sucesso financeiro e algumas até são extremamente populares, mas têm a característica comum de serem inovadoras e não seguirem a via mais fácil. A atitude e a rebeldia continuam a estar presentes, sendo manifestadas de uma forma ou de outra.
De há alguns anos para cá que me afastei, por circunstâncias da vida, das pessoas com quem compartilhava os mesmos gostos musicais. Tornei-me numa descobridora solitária de novas sonoridades e o boca-a-boca passou a funcionar de modo virtual, nas malhas da world wide web. Conheço poucas pessoas que façam o mesmo, embora tenha a certeza que há muitas. Outro tesouro que desenterrei no facebook, por via dos jogos sociais, foram pessoas que não conhecia de todo e que descobri terem feito "percursos musicais" semelhantes ao meu. Abençoada rede.
Luz Vaga
Dancei para te ver aqui,
eu sei que nada mais pode me ajudar.
É do nono andar?
Sim, quis pedir ajuda, mas a língua estava morta.
Sei lá! Parei de olhar,
tenho uma corda acesa,
prestes a queimar.
Não és capaz de me levar a sério.
Vou saltar em teu lugar...
O que é que isto quer dizer? Não faço ideia, mas who cares?
eu sei que nada mais pode me ajudar.
É do nono andar?
Sim, quis pedir ajuda, mas a língua estava morta.
Sei lá! Parei de olhar,
tenho uma corda acesa,
prestes a queimar.
Não és capaz de me levar a sério.
Vou saltar em teu lugar...
O que é que isto quer dizer? Não faço ideia, mas who cares?
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