Vídeo muito meloso, mas caramba... quero lá saber. Às vezes apetece, e a música é bonita. Tem imagens do filme Twilight (que fui ver e com o qual fiquei um pouco desiludida, comparativamente com o livro) e música do mesmo. Aqui se ouve a canção que o vampiro apaixonado compõe para a frágil e saborosa humana. Nham, nham...
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domingo, 21 de dezembro de 2008
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Crepúsculo
Este fim de semana deixei-me apanhar por um livro. Não o considero extremamente bom, mas é daqueles que não consegui parar de ler. Parece que não me aconteceu só a mim, o fenómeno é global e está aí a chegar ao cinema (daí a minha urgência em ler o livro primeiro...) - chama-se Crepúsculo ou Twilight, no original.
Se me pedissem um paralelo com qualquer outro livro que tivessem lido, talvez definisse a coisa mais ou menos assim: Crepúsculo é um livro do género dos do Dan Brown, no sentido em que é uma receita que se lê de forma imparável, mas não tem nada a ver pois conta uma história de amor entre uma humana e um vampiro. Do tipo Dan Brown encontra Anne Rice, 'tão a ver?
Então o que é que fascina, o que é que faz ler de forma imparável? As respostas são simples: A história passa-se em ambientes mágicos e verdejantes com muito musgo e muita neblina... É claro que a forma de narrar a história cria antecipação em relação ao que se irá passar de seguida. E neste ponto o fundamental é que há um vampiro que se apaixona perdidamente pela sua vítima, não sabendo se consegue controlar a sua natureza a ponto de a matar num instante de paixão mais intensa. Foi uma boa ideia.
Bom, o primeiro livro já está lido. Venha o segundo, para beber mais um pouco da sangrenta receita. E pode vir já o filme, que estreia esta semana. Ouvi dizer que não faz jus ao livro e que não é vendo o filme que se ficará com vontade de o ler. Então ainda bem que o li antes. Fica aqui o site oficial do filme, da autora do livro e, para finalizar, um trailer. Até já, que vou continuar a minha leitura.
Se me pedissem um paralelo com qualquer outro livro que tivessem lido, talvez definisse a coisa mais ou menos assim: Crepúsculo é um livro do género dos do Dan Brown, no sentido em que é uma receita que se lê de forma imparável, mas não tem nada a ver pois conta uma história de amor entre uma humana e um vampiro. Do tipo Dan Brown encontra Anne Rice, 'tão a ver?
Então o que é que fascina, o que é que faz ler de forma imparável? As respostas são simples: A história passa-se em ambientes mágicos e verdejantes com muito musgo e muita neblina... É claro que a forma de narrar a história cria antecipação em relação ao que se irá passar de seguida. E neste ponto o fundamental é que há um vampiro que se apaixona perdidamente pela sua vítima, não sabendo se consegue controlar a sua natureza a ponto de a matar num instante de paixão mais intensa. Foi uma boa ideia.
Bom, o primeiro livro já está lido. Venha o segundo, para beber mais um pouco da sangrenta receita. E pode vir já o filme, que estreia esta semana. Ouvi dizer que não faz jus ao livro e que não é vendo o filme que se ficará com vontade de o ler. Então ainda bem que o li antes. Fica aqui o site oficial do filme, da autora do livro e, para finalizar, um trailer. Até já, que vou continuar a minha leitura.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Harry Potter and The Half Blood Prince

Há um novo trailer do próximo filme do Harry Potter (aquele que devia estrear ainda este ano, mas que, ao que parece, só estreará em Julho de 2009).
Podem vê-lo aqui com muito boa qualidade de imagem e som.
Só para conhecedores do livro: Gosto particularmente dos efeitos especiais quando o Harry entra nas memórias contidas no "Pensatório" do professor Dumbledore, do aspecto da Ilha onde Dumbledore e Harry vão parar antes de recuperar um dos "Horcruxes" do Voldemort, e claro... do ar apaixonado de Ron Weasley quando toma a poção do amor... hehehehe!
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
El arte para los niños
Ella estaba sentada en una silla alta, ante un plato de sopa, que le llegaba a la altura de los ojos. Tenía la naríz fruncida y los dientes apretados y los brazos cruzados. La madre pidió auxilio:
-Cuéntale un cuento Onelio - pidió -, Cuéntale, tú que eres escritor.
Y Onelio Jorge Cardoso, esgrimiendo una cucharada de sopa, comenzó su relato:
- Había una vez una pajarita que no quería comer la comidita. La pajarita tenía el piquito cerradito, cerradito, y la mamita le decía: "Te vas a quedar enanita, pajarita, si no comes la comidita." Pero la pajarita no hacía caso a la mamita y no abría su piquito.
Y entonces la niña lo interrumpió:
- Que pajarita de mierdita - opinó.
Eduardo Galeano, El Libro de los Abrazos
-Cuéntale un cuento Onelio - pidió -, Cuéntale, tú que eres escritor.
Y Onelio Jorge Cardoso, esgrimiendo una cucharada de sopa, comenzó su relato:
- Había una vez una pajarita que no quería comer la comidita. La pajarita tenía el piquito cerradito, cerradito, y la mamita le decía: "Te vas a quedar enanita, pajarita, si no comes la comidita." Pero la pajarita no hacía caso a la mamita y no abría su piquito.
Y entonces la niña lo interrumpió:
- Que pajarita de mierdita - opinó.
Eduardo Galeano, El Libro de los Abrazos
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
The power of songs
Do livro de Neil Gaiman, Anansi Boys (em Portugal Os Filhos de Anansi) deixo aqui um excerto. É logo o início.
"It begins, as most things begin, with a song.
In the beginning, after all, were the words, and they came with a tune. That was how the world was made, how the void was divided, how the lands and the stars and the dreams and the little gods and the animals, how all of them came into the world.
They were sung.
The great beasts were sung into existence, after the Singer had done with the planets and the hills and the trees and the oceans and the lesser beasts. The cliffs that bound existence were sung, and the hunting grounds, and the dark.
Songs remain. They last. The right song can turn an emperor into a laughingstock, can bring down dynasties. A song can last long after the events and the people in it are dust and dreams and gone. That's the power of songs."
"It begins, as most things begin, with a song.
In the beginning, after all, were the words, and they came with a tune. That was how the world was made, how the void was divided, how the lands and the stars and the dreams and the little gods and the animals, how all of them came into the world.
They were sung.
The great beasts were sung into existence, after the Singer had done with the planets and the hills and the trees and the oceans and the lesser beasts. The cliffs that bound existence were sung, and the hunting grounds, and the dark.
Songs remain. They last. The right song can turn an emperor into a laughingstock, can bring down dynasties. A song can last long after the events and the people in it are dust and dreams and gone. That's the power of songs."
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