...e tão pouco tempo.
Ultimamente tenho feito mais algumas descobertas de sites de cinema interessantes. Este é um deles. Notícias de cinema, sempre fresquinhas. Pseudo-Intelectuais podem tirar o cavalinho da chuva e escusam de seguir o link. É só para geeks. :)
2012 promete muitas coisas boas nesta área. Um dos filmes que aguardo com mais antecipação é o novo de Ridley Scott: Prometheus. Yayayayayay! Aqui fica o trailer:
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domingo, 19 de fevereiro de 2012
sábado, 4 de fevereiro de 2012
The girl with the dragon tattoo
Ou, em português: Millennium 1 - Os Homens que Odeiam as Mulheres, foi o último filme que fui ver ao cinema. Infelizmente, já fazia algum tempo que não punha os pés numa sala de cinema. Os tempos não estão fáceis e há que cortar em todas as despesas. Já lá vai o tempo em que não falhava uma estreia que considerasse interessante e em que ia ao cinema pelo menos uma vez por semana.
Não queria perder este filme nas salas de cinema, por várias razões. Embora ainda não tenha lido os livros de Stieg Larsson (tenho-os aqui em casa, emprestados pelo meu irmão e religiosamente guardados numa estante...), confiava plenamente na opinião dele quando me dizia que valia mesmo a pena lê-los. E há-de chegar a altura, em dias menos cheios de trabalho. Também não vi a primeira adaptação desta história ao cinema. Podem agredir-me, portanto. Estejam à vontade. Mas quando se trata de uma adaptação dirigida por David Fincher, podem crer que não ia mesmo deixar de ver. Havia mais um pormenor adicional que me agradava particularmente - a banda sonora - da autoria de Trent Reznor e Atticus Ross, fazia prometer um ambiente mais do que adequado ao filme.
O que é que achei? Adorei. Podem dizer que foi por não ter lido os livros, ou por não ter visto o filme de Niels Oplev. Talvez possa ser o caso, mas que interessa isso? O filme está muito bem filmado, a fotografia é impressionante (Oscar, anyone?) e a música encaixa que nem ginjas no meio daquele ambiente gélido, escuro e misterioso. Os créditos iniciais deixaram-me a pele toda arrepiada. Brilhantes. Adorei ver um dos "colaboradores" de Lisbeth com uma t-shirt dos Nine Inch Nails. E a música de Enya - Orinoco Flow (Sail Away), nunca mais me soará da mesma maneira. Ainda bem que nunca gostei muito dela. Será que no livro ela é referida no mesmo contexto? Hmmmm...
Recomendo vivamente.
Não queria perder este filme nas salas de cinema, por várias razões. Embora ainda não tenha lido os livros de Stieg Larsson (tenho-os aqui em casa, emprestados pelo meu irmão e religiosamente guardados numa estante...), confiava plenamente na opinião dele quando me dizia que valia mesmo a pena lê-los. E há-de chegar a altura, em dias menos cheios de trabalho. Também não vi a primeira adaptação desta história ao cinema. Podem agredir-me, portanto. Estejam à vontade. Mas quando se trata de uma adaptação dirigida por David Fincher, podem crer que não ia mesmo deixar de ver. Havia mais um pormenor adicional que me agradava particularmente - a banda sonora - da autoria de Trent Reznor e Atticus Ross, fazia prometer um ambiente mais do que adequado ao filme.
O que é que achei? Adorei. Podem dizer que foi por não ter lido os livros, ou por não ter visto o filme de Niels Oplev. Talvez possa ser o caso, mas que interessa isso? O filme está muito bem filmado, a fotografia é impressionante (Oscar, anyone?) e a música encaixa que nem ginjas no meio daquele ambiente gélido, escuro e misterioso. Os créditos iniciais deixaram-me a pele toda arrepiada. Brilhantes. Adorei ver um dos "colaboradores" de Lisbeth com uma t-shirt dos Nine Inch Nails. E a música de Enya - Orinoco Flow (Sail Away), nunca mais me soará da mesma maneira. Ainda bem que nunca gostei muito dela. Será que no livro ela é referida no mesmo contexto? Hmmmm...
Recomendo vivamente.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
The Social Network
Do realizador David Fincher (se7en, The Game, Fight Club, Zodiac, The Curious Case Of Benjamin Button, entre outros) e com argumento de Aaron Sorkin (de onde é que eu conheço este nome? ah! da optimamente escrita série The West Wing!) baseado no livro de Ben Mezrich, chega a Portugal no próximo dia 4 de Novembro o filme The Social Network. O filme conta a história de Mark Zuckerberg, co-fundador da rede social facebook, que se tornou em pouco tempo um fenómeno mundial e um marco na história da comunicação.
Site oficial do filme aqui.
Já estaria interessada em ver o filme, tão só pela razão de ser realizado por Fincher, mas outras razões existem para estar muito interessada em vê-lo. Só o trailer que aqui deixo já me aguça ainda mais a curiosidade e ainda por cima é musicado com uma versão de Creep, original dos Radiohead. Excelente. Vamos a ele.
Site oficial do filme aqui.
Já estaria interessada em ver o filme, tão só pela razão de ser realizado por Fincher, mas outras razões existem para estar muito interessada em vê-lo. Só o trailer que aqui deixo já me aguça ainda mais a curiosidade e ainda por cima é musicado com uma versão de Creep, original dos Radiohead. Excelente. Vamos a ele.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Contra todas as probabilidades
...ou Against All Odds, ou ainda Vidas Em Jogo (título em português - penso eu), é um filme dos idos de 1984, realizado por Taylor Hackford que, por incrível que pareça, eu nunca tinha visto. A verdade é que não perdi grande coisa, pois o filme é uma chachada do pior, em que as únicas coisas que se safam são o Jeff Bridges e o seu Porsche. Quando digo que o Jeff Bridges se safa, estou a dizê-lo exactamente no mesmo sentido em que digo que o Porsche se safa, ou seja, ambos são tremendamente apelativos à vista. Na realidade, não me parece que a interpretação do Jeff seja grande coisa (yuck!), mas também admito que não terá sido fácil representar aquela pessegada.
Ora bem, porque é que me lembrei de ver o filme? - poderão perguntar. A resposta é simples, estava com insónias e calhou ouvir a música de Phil Collins que faz parte da banda sonora e que tem o mesmo título do filme. Phil Collins é outro canastrão, mas desta feita, da música pop. Ou como alguém diz num comentário ao vídeo no youtube, é uma espécie de Chuck Norris da música. Só isso merece que conheçamos alguma coisa do homem, esta é a verdade nua e crua. E de facto esta balada já é um épico da história da música. Ouçamos, irmãos.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Vêm aí os bastardos!

Se outra razão não houvesse para estar próxima do cinema nesta altura, esta chegava: estreia esta semana o novo filme de Quentin Tarantino. Pelo que tenho lido por aí e pelo visionamento dos trailers, parece que vai valer mesmo a pena.
No site oficial, para além dos trailers podem ver-se, entre outras coisas, alguns clips do filme, uma óptima galeria de fotos e um editor de wallpapers para dar asas à criatividade e abrilhantar qualquer desktop.
domingo, 23 de agosto de 2009
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Ninja
Descobri há pouco tempo que por trás das fantásticas acrobacias do Príncipe Nuada (Hellboy II: The Golden Army) das quais eu tanto gostei quando vi o filme (ver aqui uma pequena amostra), está um ginasta chamado Damien Walters. Este rapaz dedicou-se agora a fazer de duplo no cinema (ver aqui o que o moço é capaz de fazer!).
Descobri de seguida que o dito Damien Walters se encontra presentemente a trabalhar (ou já terá acabado?) na nova produção dos irmãos Wachowsky. Parece que vem aí um Ninja e pêras...
Descobri de seguida que o dito Damien Walters se encontra presentemente a trabalhar (ou já terá acabado?) na nova produção dos irmãos Wachowsky. Parece que vem aí um Ninja e pêras...
sexta-feira, 31 de julho de 2009
District 9
Ao que parece, a ficção científica está a ficar novamente na moda. Só tenho uma coisa a dizer: aleluia!
Estreia por cá em Setembro este filme de Neill Blomkamp, produzido por Peter Jackson. O site oficial tem o trailer logo à entrada. Promete. Depois de ver o trailer fico com a sensação de estar perante ficção científica brutalmente real. Compreendem o que quero dizer? Depois do trailer há todo um site para explorar, ou como humano, ou como extraterrestre. Entrando como extraterrestre é possível ouvir os textos alienígenas traduzidos em inglês. A explicação "Spoken English is required for inter-species assimilation" deixa-me logo com um sorriso nos lábios :)
Enfim, para concluir: parece que após os primeiros visionamentos, o filme está a ser bastante bem recebido pela crítica. Aguardemos a sua chegada, portanto.
Estreia por cá em Setembro este filme de Neill Blomkamp, produzido por Peter Jackson. O site oficial tem o trailer logo à entrada. Promete. Depois de ver o trailer fico com a sensação de estar perante ficção científica brutalmente real. Compreendem o que quero dizer? Depois do trailer há todo um site para explorar, ou como humano, ou como extraterrestre. Entrando como extraterrestre é possível ouvir os textos alienígenas traduzidos em inglês. A explicação "Spoken English is required for inter-species assimilation" deixa-me logo com um sorriso nos lábios :)
Enfim, para concluir: parece que após os primeiros visionamentos, o filme está a ser bastante bem recebido pela crítica. Aguardemos a sua chegada, portanto.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Watchmen: atenção fãs
Boas notícias:
O Director's Cut com três horas de duração (mais cerca de 30 minutos do que a versão cinematográfica) já está aí em Blu-ray. Esta versão vai ser também exibida em salas de cinema seleccionadas.
O Ultimate Cut com maior duração ainda, vai sair lá para o fim do ano. Esta versão parece ir conter pedaços das Tales Of The Black Freighter incluídos no filme.
Más notícias:
Queriam que fosse cá, não era??? Pois é, tudo isto se passa nos U.S. of A....
Há que ter fé, mas se calhar o mais seguro mesmo é ter um leitor multi-regiões.
O Director's Cut com três horas de duração (mais cerca de 30 minutos do que a versão cinematográfica) já está aí em Blu-ray. Esta versão vai ser também exibida em salas de cinema seleccionadas.
O Ultimate Cut com maior duração ainda, vai sair lá para o fim do ano. Esta versão parece ir conter pedaços das Tales Of The Black Freighter incluídos no filme.
Más notícias:
Queriam que fosse cá, não era??? Pois é, tudo isto se passa nos U.S. of A....
Há que ter fé, mas se calhar o mais seguro mesmo é ter um leitor multi-regiões.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Está quase aí o Harry...
... e a melhor surpresa que me poderiam proporcionar era fazerem reaparecer na tela o injustamente desaparecido Dobby. Sim, porque este peculiar elfo doméstico, afinal de contas, é muito importante até ao fim da história. Não me puxem pela língua, senão eu conto!
Enfim... pelo que vejo nos trailers, não há Dobby p'ra ninguém. Oh well...
Enfim... pelo que vejo nos trailers, não há Dobby p'ra ninguém. Oh well...
segunda-feira, 22 de junho de 2009
A Triologia Nikopol


Foi difícil de encontrar à venda, mas finalmente lá consegui. O empregado da loja dizia-me que não havia edição em português, mas eu tinha a sensação que já a tinha visto algures e de facto era verdade. A edição é de 2005 e o livro é a banda desenhada de Enki Bilal que dá pelo nome de A Triologia Nikopol e que contém três histórias: A Feira dos Imortais, A Mulher Armadilha e Frio Equador. A triologia levou 12 anos a completar, enquanto Bilal perseguia uma carreira como realizador.
A Editora (ASA) descreve assim o livro:
"A Feira dos Imortais", "A Mulher Armadilha" e "Frio Equador" são os três títulos que compõem esta magnífica trilogia de ficção científica. Corre o ano de 2023 e Paris está em ebulição. Agora que eleições manipuladas estão prestes a reconduzir o governo do fascista Jean Ferdinand Chou Blanc, uma nave espacial em forma de pirâmide aparece no céu parisiense. A bordo encontram-se misteriosas divindades egípcias dirigidas pelo imortal Anubis. Ao negociar combustível para prosseguir viagem, o governador Chou Blanc exige-lhes como moeda de troca, nada mais, nada menos do que a imortalidade ou, pelo menos, alguns séculos de vida suplementar. Anubis recusa, tanto mais que um dos seus, o poderoso Horus, desapareceu… Com um cenário futurista pouco encorajador, com lugar para fascistas, divindades mitológicas e para um astronauta do século XX – Alcide Nikopol – esta trilogia é uma obra incontornável da BD de ficção científica.
O próprio Bilal adaptou e realizou o filme (que é o seu terceiro filme) de nome Immortel (ad vitam), baseado nesta triologia. No filme, a acção "ao vivo" é combinada com efeitos CGI. Já vi o filme e recomendo. Encontrá-lo-ão para alugar, mas não sei se ainda existe à venda. Embora não muito bem cotado na IMDb, é um must see para apreciadores da ficção científica, a fazer lembrar The Fifth Element de Luc Besson e Brazil de Terry Gilliam. Poderei descrevê-lo como ficção científica... com um toque de mitologia egípcia. Obra de arte? Eu acho definitivamente que sim.
domingo, 17 de maio de 2009
Star Trek 2009
Muitos momentos de boa disposição. É verdade, acho que estamos perante aquele que deve ser o Star Trek mais divertido de sempre. Com efeitos visuais como só agora são possíveis e que ajudam a criar cenários imponentes, com uma história centrada nas personagens, que nos vai mostrando como aquela equipa da USS Enterprise se tornou na equipa que fez história, J.J. Abrams, que eu conheço melhor pelo seu trabalho de produtor executivo e argumentista da série LOST, conseguiu um feito digno de registo. Conseguiu fazer reviver com uma roupagem novinha em folha, Kirk, Spock, McCoy, Sulu, Chekov, Scotty e Uhura. Espero não me ter esquecido de ninguém. Foi muito engraçado ver aparecer cada um destes personagens no ecrã, reconhecê-los e ver como foi a história antes da história. Melhor ainda, com um simples twist, os argumentistas abrem caminho a novas aventuras da mesma equipa.

Quanto aos actores, óptimo trabalho. Estudaram bem a lição e fizeram-nos sentir que estávamos mesmo na presença das personagens que encarnavam. Um tique, uma maneira de se mover, um sotaque... fantástico. Spock está notável também em semelhança física.

Este é talvez o melhor filme do Star Trek até hoje e penso que agradará tanto a quem seja fã, como àqueles que nunca tenham sequer ouvido falar da série (cenário improvável...). Quanto a mim, que nunca fui fã da série original (também ainda era novita na altura) e que apanhei a Enterprise na Next Generation de Ronald D. Moore (a propósito, Ronald: este ano cheira-me a Emmy, pá!), dou-me por muito satisfeita com o filme e se tal for possível, conto estar presente no cinema nos próximos capítulos.
Uma palavra final: contribuiu para uma mais entusiasta visualização do filme o facto de estar a vê-lo em boa companhia. Ainda por cima estava com uma trekkie, e é sempre bom ter uma especialista ao lado, caramba!

Quanto aos actores, óptimo trabalho. Estudaram bem a lição e fizeram-nos sentir que estávamos mesmo na presença das personagens que encarnavam. Um tique, uma maneira de se mover, um sotaque... fantástico. Spock está notável também em semelhança física.

Este é talvez o melhor filme do Star Trek até hoje e penso que agradará tanto a quem seja fã, como àqueles que nunca tenham sequer ouvido falar da série (cenário improvável...). Quanto a mim, que nunca fui fã da série original (também ainda era novita na altura) e que apanhei a Enterprise na Next Generation de Ronald D. Moore (a propósito, Ronald: este ano cheira-me a Emmy, pá!), dou-me por muito satisfeita com o filme e se tal for possível, conto estar presente no cinema nos próximos capítulos.
Uma palavra final: contribuiu para uma mais entusiasta visualização do filme o facto de estar a vê-lo em boa companhia. Ainda por cima estava com uma trekkie, e é sempre bom ter uma especialista ao lado, caramba!
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Anjos & Demónios


Fui ontem ao cinema ver o filme de Ron Howard baseado em mais um romance de Dan Brown. Entrei na sala sem grandes expectativas por várias razões. Em primeiro lugar já li vários livros de Dan Brown (incluindo este) e considero que apesar de proporcionarem bons momentos e de estarem construídos de forma a virar vorazmente as páginas, seguem todos uma linha narrativa muito semelhante e têm histórias construídas com os mesmos ingredientes. Em segundo lugar, já tinha lido e posteriormente visto o Código Da Vinci: enquanto que gostei bastante do livro (foi o primeiro que li do Dan Brown), achei que o filme não fazia jus ao livro e principalmente não gostei de ver o Tom Hanks como Robert Langdon, pois construiu a personagem duma forma muito diferente daquela que eu imaginara ao ler o livro. Para além disso, no filme faltavam muitas coisas que constavam no livro (é inevitável, eu sei, mas fizeram-me falta), e os acontecimentos, que já no livro se sucedem muito rapidamente, no filme passaram num flash.
Exactamente do mesmo mal padeceu este Anjos & Demónios: muito acontecimento condensado em tão pouco tempo. Quanto ao Tom Hanks, talvez já me tenha habituado mais a vê-lo como Robert Langdon e desta vez não me chocou tanto. Agora, se me perguntarem se gostei muito do filme... huuummm... nem por isso. Gostei de ver a reconstituição da biblioteca do Vaticano e a teatralização de todos aqueles protocolos eclesiásticos. Gostei muito de ver a anti-matéria guardada no contentor e achei a explosão final muito bem conseguida no ecrã. Gostei muito da interpretação do Ewan McGregor como Camerlengo Patrick McKenna. Mas não consigo destacar muito mais, e só isto não me serve muito. Três estrelas e uma delas é para o Ewan.
Adenda: esqueci-me de falar no CERN. Adorei ver o interior dos laboratórios e o Large Hadron Collider. Aconselho vivamente a leitura do website criado pelo próprio CERN para explicar a ciência por trás da história do filme. Isto sim, 5 estrelas.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Citações memoráveis (6)
O Blade Runner é provavelmente o meu filme favorito. E esta cena, quase no final do filme, é memorável, tal como a citação que aqui fica.
"I've seen things you people wouldn't believe. Attack ships on fire off the shoulder of Orion. I watched C-beams glitter in the darkness at Tan Hauser Gate. All those moments will be lost in time like tears in rain. Time to die."
"I've seen things you people wouldn't believe. Attack ships on fire off the shoulder of Orion. I watched C-beams glitter in the darkness at Tan Hauser Gate. All those moments will be lost in time like tears in rain. Time to die."
Roy Batty - Blade Runner (1982)
sábado, 2 de maio de 2009
O meu mutante favorito


Se alguém tem alguma dúvida acerca de qual é o meu mutante de eleição, passo já a esclarecer: o meu mutante favorito tem o charme de um bad boy, umas patilhas que se prolongam até aos maxilares, é dono de uma fúria animalesca e tem uma coragem brutal. Faz parte da minha galeria de heróis desde os primórdios deste blogue e responde pelo nome de Wolverine, Logan ou mesmo Arma-X.
Vejam só as habilidades do humano mutante e invejem:
Super-agilidade
Vigor sobre-humano
Sentidos super-aguçados
Mestre em várias artes marciais
Regeneração
Garras Retrácteis nos punhos
Esqueleto e garras de Adamantium
Ora tudo isto vem a propósito de ter ido ao cinema ver X-Men Origens: Wolverine. No filme ficamos a conhecer parte da infância do mutante, a razão da sua relação conflituosa com Victor Creed (Sabretooth) e a maneira como Wolverine ganhou o seu esqueleto de Adamantium e o seu nome de guerra. É certo que o filme não tem muito sumo, mas as cenas de acção são óptimas, os efeitos especiais estão muito bons e a ligação com os filmes anteriores foi bastante bem conseguida.
Gostei:
- e muito, do genérico inicial, onde vemos grande parte da história da vida da parelha Logan/Victor a passar-nos diante dos olhos de uma maneira muito original;
- da aparição do actor Dominic Monaghan, um dos meus Hobbits/Náufragos favoritos :) que faz de Bolt, um mutante que consegue controlar a electricidade;
- muito, muito de ver o actor Liev Schreiber como Victor Creed. Encarnou na perfeição o Sabretooth;
- de ver uma bala a ser partida em duas com uma espada durante a sua trajectória e desta forma a matar dois de um só golpe (yeah!);
- da história que a Kayla (Silverfox) conta ao Logan sobre a lua;
- do Hugh Jackman - excelente - ele É o Wolverine e pronto - não me contrariem.
Não gostei:
- da arma onze (what a load of crap!);
- do ar meio idiota do Scott Summers - mas vendo bem, nos outros filmes ele também tem sempre um ar meio idiota.
E pronto, para já é tudo sobre as origens do Wolverine (ou como dizia um senhor na sala de cinema, o Alvarinho).
Ide ver e não vos arrependereis. Se sois muito intelectuais, pronto, ficai em casa ou ide ver qualquer coisa ao cinema King. Prontinhos.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Ataques de riso
Ele há coisas que me dão ataques de riso incontroláveis. Geralmente, para ataques de riso do género a que me refiro, tem que haver um elemento bastante disparatado na coisa. Há algum tempo que não me acontecia gargalhar desta forma, portanto, correndo o risco de me acharem mais doida ainda, cá vão duas preciosidades que descobri hoje.
A primeira é um pequeno clip do Mortal Kombat. Reparem na mestria com que a actriz consegue desgraçar uma frase simplicíssima: "Too bad, YOU... ... will die!" - parti-me a rir com isto!
Esta próxima não necessita de qualquer tipo de explicação, é simplesmente uma cena soberba:
A primeira é um pequeno clip do Mortal Kombat. Reparem na mestria com que a actriz consegue desgraçar uma frase simplicíssima: "Too bad, YOU... ... will die!" - parti-me a rir com isto!
Esta próxima não necessita de qualquer tipo de explicação, é simplesmente uma cena soberba:
terça-feira, 28 de abril de 2009
Hellboy

Vi ontem um filme que tinha aqui para ver há algum tempo, mas que, por razões que não sei explicar, estava na calha e não havia meio de sair dela. É verdade: sem qualquer razão lógica, ia adiando o visionamento do Hellboy II (ainda não vi o primeiro filme, nunca li nenhuma BD deste herói, mas tudo isso se seguirá brevemente, espero eu). Depois de ter visto o Hellboy II fiquei com vontade de dar abraços de agradecimento ao Guillermo del Toro e percebi por que razão levar à grande tela o Hellboy era um dos projectos da vida deste realizador. É um facto que ele consegue dar vida como ninguém aos mundos de fantasia, às criaturas feéricas, aos monstros, aos trolls, enfim, àquilo que queiram imaginar.
Já o oscarizado Laberinto del Fauno se revelou uma delícia para os meus olhos e para a minha imaginação infantil, e este Hellboy II, embora num registo um pouco diferente - o dos super-heróis - não lhe fica atrás em fascínio. Hellboy salta da banda desenhada para o ecrã na pele de Ron Pearlman: que bem vai este actor como o super fortalhaço, bruto mas simpático demónio vermelho (diabo vermelho? sim, sim!)! E o estilaço daquele mauzão que é o príncipe Nuada? Gostava de saber manejar uma espada com aquela destreza, caramba! Já para não falar do fantástico visual conseguido tanto para ele, como para a sua irmã - a princesa Nuala. Aquela pele que parece porcelana estalada é giríssima, os olhos de cor âmbar ficam ali a matar... todas as criaturas estão muito, muito bem conseguidas. E o Jeffrey Tambor? Devem lembrar-se deste actor de outras interpretações, mas aqui está muito engraçado como chefe do B.P.R.D. (Bureau for Paranormal Research and Defense), organização governamental secreta para a qual trabalham Hellboy e os seus amigos Abe Sapien e Liz Sherman, sendo que esta última é a namorada do diabo vermelho.


Bom, juntem a tudo isto um enredo que envolve um poderoso Exército Dourado, outrora construído por um mestre ferreiro Goblin a pedido de um Rei e que agora se prepara para ser ressuscitado para destruir a humanidade, e têm umas boas horas de entretenimento à vossa frente.
São estas algumas das razões pelas quais já sou fã do Hellboy...
sábado, 25 de abril de 2009
Terminator Salvation

Já aqui tinha falado do Terminator Salvation, nos idos de Setembro de 2008. Na altura estava um pouco céptica, mas agora o cepticismo está a diluir-se e a transformar-se em entusiasmo. O site oficial está um espectáculo, mas é pesadinho, portanto é de libertar recursos para o desfrutar em pleno. Pode navegar-se pela skynet ou pela resistência, é à escolha. Também é conveniente ter o som ligado, porque os tecno barulhinhos são um mimo.
Depois do fiasco que foi o Terminator 3, pode ser que este novo Salvation me venha a pôr de novo de bem com a saga. Até o Christian Bale como John Connor me está a convencer. Venha de lá a maquinaria. Até 4 de Junho já não falta muito.
No YouTube também se pode ver o trailer.
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