quarta-feira, 17 de junho de 2009

Aaaaaah! Rio-me...



Depois de uma agitada reunião de condomínio que acabou à 1:30 da matina, deu-me para isto.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Sonho ou pesadelo?

Acabo de tomar banho, e tocam à porta. Ainda de toalha enrolada na cabeça, vou atender hesitantemente. Qual não é o meu espanto ao reconhecer um ex-namorado, que traz nos braços um tabuleiro cheio de roupa por passar. Nada diz sobre o tabuleiro, mas invade-me a casa, e após largar o tabuleiro, beija-me apaixonadamente. Meia abananada, digo-lhe que tenho que me despachar, pois tenho reunião de condomínio. Ele não se importa e vagueia pela casa. Ouço-o ao longe a dizer qualquer coisa que não entendo, mas o som vem do escritório. Aproximo-me da porta do dito, e vejo uma caixa de madeira aberta, depositada no sofá. Da caixa vem uma luz estranha. Aproximo-me e vejo que a caixa está recheada de chocolates em barra, bem arrumadinhos: mars, snickers, bounty, twix... Uma das barras está fora do sítio, e por baixo dela vem a luz e agora a voz dele, cada vez mais longínqua: vou dar uma volta e já venho!

Sigmund, onde estás quando és preciso, pá???

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Perdida



Não deixa de ser curioso que num dos meus momentos de menos entusiasmo e inspiração, os caros amigos leitores vão, ainda assim, comentando os posts deste estaminé.

Sou muito dada a fases, no que a interesses diz respeito. Neste momento, terminada (momentaneamente) a gloriosa obsessão que foi a nova Battlestar Galactica e após meses de mergulho profundo no universo galáctico-mítico-místico e excelentemente re-imaginado de Ronald D. Moore, dedico-me a um mergulho a menor profundidade na ilha onde foram parar os náufragos do vôo 815 da Oceanic.

Refiro-me, como já perceberam, à série LOST (ou Perdidos, como por cá se lhe chama).
LOST é uma história que roda à volta de sobreviventes de um desastre de aviação que se vêem presos numa ilha tropical na qual o seu avião se despenha. A ilha revela-se um lugar cheio de mistérios, desde a presença de ursos polares e de um misterioso "monstro" de fumo negro que ruge e sussurra, até a descoberta de intrigantes infra-estruturas que denunciam a presença de mão humana numa ilha até então considerada virgem.

Mas mais do que isso, LOST é uma história sobre personagens e percursos de vida que temos vindo a descobrir que se entrecruzam e se influenciam mutuamente. O recurso a constantes flashbacks que nos vão mostrando como era a vida dos personagens antes da vida na ilha acaba por revelar que os sobreviventes, até então desconhecidos, estão na verdade ligados por vários elos de conhecimentos e percursos. A série explora a Teoria dos Seis Graus de Separação, que nos diz que no mundo, são necessários no máximo seis laços de amizade para que duas pessoas quaisquer estejam ligadas. O senso comum já diz há muito tempo que o mundo é pequeno.

LOST tem uma longa lista de nomeações e vitórias nos prémios para televisão, em várias categorias, desde a realização, argumento, casting, actores, música, efeitos visuais e por aí fora.

No meu caso, vi há alguns anos atrás o episódio piloto que me agarrou de imediato, e infelizmente não tive a oportunidade de seguir regularmente a série na televisão. Como me apercebi que a sequência e os pormenores eram importantes, resolvi adiar o visionamento para DVD. Neste momento apanhei o comboio (ou o avião!) até ao fim da terceira temporada e início da quarta. Nos Estados Unidos da América terminou há pouco tempo a quinta temporada e inicia-se a sexta e última no início de 2010. Aqui em Portugal sei que também já passou ou está a passar a quinta temporada. Tentarei então acompanhar este mistério até ao final, esperando que a série não me desiluda, o que não aconteceu até ao final da terceira temporada. Já o início da quarta ainda não me convenceu. Vejamos o que aí vem de seguida.

Ao bom estilo de LOST, faço então um flashback até ao final do primeiro parágrafo para lhes dizer: thank you, namaste and good luck.

sábado, 6 de junho de 2009

Radiohead: Nude

E agora, para algo completamente diferente.

Instruções:

1. Colocar os auscultadores.
2. Diminuir a intensidade luminosa do ambiente.
3. Carregar em play.
4. Fechar os olhos para apurar a audição.

Nota: Poderá executar estes passos por qualquer ordem, mas se fechar os olhos em primeiro lugar, os outros são mais difíceis de executar. Se carregar em play antes de colocar os auscultadores, perde parte da experiência. Se diminuir a intensidade luminosa em primeiro lugar, pode não ver os auscultadores. Etc...



Don't get any big ideas
they're not gonna happen
You paint yourself white
and fill up with noise
but there'll be something missing

Now that you've found it, it's gone
Now that you feel it, you don't
You've gone off the rails

So don't get any big ideas
they're not going to happen
You'll go to hell for what your dirty mind is thinking

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Go with the flow

Tenho andado com demasiada preguiça para pensar detalhadamente em qualquer coisa que seja. Apetece-me fluir. Acontece que a fluidez é feita de muitos pensamentos já processados anteriormente. Estranho, não é?

Vem este pensamento a propósito de outro que me surgiu em alturas de menos preguiça. Dei na altura comigo a interrogar-me acerca da vontade de dissecar arte, seja qual for a forma que ela toma. Cá por mim, posso explicar porque gosto, consigo explicar o que me agradou, o que me tocou. Consigo chamar a atenção para o pormenor requintado que me fascinou, para as palavras que me falaram mais directamente, para os sons que me fizeram mover ou embalar. Tudo tão subjectivo! A arte flui através de quem a observa, não é necessário pensar sobre ela, é necessário fluir (a tal fluidez de muito pensamento já processado!).
É esta a diferença entre alguém que aprecia arte e alguém que a disseca. Dissecar, dividir, rotular, processar. Há rótulos para música, cinema, pintura, escultura em múltiplos géneros! Será que quem tanto precisa de rótulos terá alguma vez a verdadeira liberdade de fluir?

sábado, 30 de maio de 2009

Metallica: Devil's dance



Yeah, I feel you too
Feel, those things you do
In your eyes I see a fire that burns
To free the you
That's wanting through
Deep inside you know,
The seeds I plant will grow

One day you will see
And dare to come down to me
Yeah c'mon, c'mon now take the chance
That's right
Let's dance

Snake, I am the snake
Tempting, that bite you take
Let me free your mind
leave yourself behind
Be not afraid
I've got what you need
hunger I will feed

One day you will see
And dare to come down to me
Yeah c'mon, c'mon now take the chance
That's right
Let's dance

Yeah Come dancin'

One day you will see
And dare to come down to me
Yeah c'mon, c'mon now take the chance
That's right
Lets dance

Yeah, I feel you too
Feel, those things you do
In your eyes I see a fire that burns
To free the you
That's running through
Deep inside you know
seeds I plant will grow

One day you will see
And dare to come down to me
Yeah c'mon, c'mon now take the chance
That's right
Let's dance!

It's nice to see you here

segunda-feira, 25 de maio de 2009

sábado, 23 de maio de 2009

Star Trek Intro (Original vs. New Generation)

Descubram as diferenças:



Space: the final frontier.
These are the voyages of the starship Enterprise.
Its five-year mission: to explore strange new worlds;
To seek out new life and new civilisations;
To boldly go where no man has gone before.



Space, the final frontier.
These are the voyages of the starship Enterprise.
Its continuing mission: to explore strange new worlds;
To seek out new life and new civilisations;
To boldly go where no one has gone before.

Ora bem, a primeira fala em five-year mission, a segunda fala em continuing mission... Não sei bem se perdi uma aposta ou não.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

E que tal Metallica?

Amigos JP e PF, estes senhores é que eu gostava de ver convosco. Não me canso de os ver ao vivo. Pensa lá no Optimus Alive, JP. Ou isso são só bocas?

Aviso aos frequentadores mais sensíveis: cuidado ao carregar em play.